sábado, novembro 24

"...sacrifice what you are for what you will become..."

quarta-feira, setembro 12

Miguel Relvas

Ver este homem a falar nos telejornais é caricato. Qual é a credibilidade de um homem gozado 99,5% dos portugueses?

domingo, setembro 9

E se Cristovão Colombo fosse português?

E se Portugal já tivesse conhecimento da América e a "descoberta" desta continente por parte de Cristovão Colombo fosse uma jogada de mestre de D. João II?

Mais uma vez, José Rodrigues dos Santos patrocinou a minha leitura deste Verão. Grande livro! 

segunda-feira, setembro 3

LFV, o pateta!

Luís Filipe Vieira, em termos de futebol sénior, é o pior presidente da história do Benfica! É uma anedota, patético. Uma espécie de "como não organizar uma época futebolística para tótós!".

quinta-feira, agosto 16

Batman de Christopher Nolan

"... A hero can be anyone. Even a man doing something as simple and reassuring as putting a coat around a little boy's shoulders to let him know that the world hadn't ended... "

De há uns anos para cá tem estado na moda filmes com heróis de bandas desenhada. E a verdade é que nunca fui à bola com esse tipo de filme. Mas há excepções! E neste caso uma senhora excepção. A trilogia Batman não relata simplesmente a história de alguém com super-poderes. É mais do que isso. Não é um filme de encher chouriços. O argumento é excelente, o desenvolvimento das personagens é genial, a escolha dos actores... melhor era impossível. "Batman Begins", "The Dark Knight" e por fim "The Dark Knight Rises". Cada filme é único e vai buscar os pormenores cronológicos de todas as personagens. A saga Batman de Christopher Nolan arrisca-se a ser uma das maiores trilogias de sempre da história do cinema. Tim Burton já o realizou com o teu toque pessoal, demasiado fantasioso e por isso diferente. Este para mim, é muitíssimo melhor!  

segunda-feira, agosto 13

A minha opinião sobre os atletas nacionais

Muita discussão tem vindo a público acerca da prestação dos portugueses nos Jogos Olímpicos 2012. Li há pouco uma declaração de Vicente Moura, presidente do COP, e que de uma maneira muito pragmática afirma o seguinte: "Somos isto!". 
Apesar de em alguns casos não estar de acordo com ele, neste ponto acertou na mouche. Concordo plenamente! Somos isto e a mais não somos obrigados. A não ser que sejamos exigentes connosco sabendo das nossas limitações e mantendo os pés bem assentes no chão. Portugal em termos desportivos é isto. Não sejamos hipócritas com a mania que somos grandes em tudo. Existem excepções: desportistas que diariamente dão tudo o que têm e o que não têm (literalmente). No caso concreto destes Jogos Olímpicos de 2012 houve uma ou outra desilusão, onde as expectativas estavam legitimamente altas, devido ao passado recente dos atletas. Portugal é futebol e o resto é paisagem. É a triste realidade. É o que vende. É o que dá dinheiro. Foi uma tristeza as nossas primeiras páginas dos jornais desportivos a comparar com os restantes europeus.

Como pode o povo português exigir uma mão cheia de medalhas quando a taxa de obesidade e excesso de peso infantil é preocupante; onde não existe um VERDADEIRO incentivo à actividade física; onde o desporto escolar é uma miragem; onde os almoços de família ao Domingo são no McDonald's; onde a Educação Física não conta para a média escolar; onde o profissionalismo desportivo é inexistente apesar da dedicação e voluntariado de alguns dirigentes em alguns clubes/associações; onde, por vezes, é preciso pagar um imposto de 23% ao Estado para usufruir do desporto (está provado que a actividade física regular dos portugueses pode ser um excelente negócio para as contas do Governo: gasta no desporto, poupa na farmácia). 

O exemplo deve vir de cima mas a verdade é que nem de baixo ele vem.
Durante 4 anos, 95% dos portugueses não se interessa pelas modalidades das quais hoje se queixa por falta de medalhas. Não sabe sequer o nome dos atletas. Não conheces os clubes que apostam nas modalidades, não conheces os espaços desportivos, não conhece nada! 
Se podem exigir o que quer que seja? Podem! Mas sejam sérios porque a critica fácil não é só para quem a faz mas também para quem a ouve. Entra por um ouvido e sai por outro. E nessas circunstâncias, dou toda a razão aos desportistas nacionais, que apesar de poucos apoios e de alguma incompetência dirigente, dão o litro para representar o país. E não me venham com o argumento que se gastou uma fortuna na preparação destes J. O. porque o que nós gastámos a comparar com outros países medalhados não é nada. E tendo esse simples facto como desculpa, podemos facilmente concluir: "Somo isto, querem o quê?!".

domingo, agosto 12

Jogos Olímpicos 2012

Não encontro maior festa global, de todo o mundo, que una os habitantes da Terra como os Jogos Olímpicos. Seguindo, ou melhor, adaptando os princípios de Coubertin aos tempos modernos, os Jogos Olímpicos é um acontecimento ímpar. Não há igual. Pode haver o aniversario do Joãozinho, a 1ª comunhão da Maria, o Baptizado do Manel... acontecimentos que perduram na memoria destes. Mas são acontecimentos individuais. Os Jogos Olímpicos é algo plural. Simboliza união e desafio, luta e paz, palavras contraditórias que fazem sentido numa frase. É essa a magia dos Jogos Olímpicos: os opostos unem-se numa confraternização sem igual que só o desporto consegue desenvolver. 

"Citius, Altius, Fortius"

E convenhamos: o espectáculo de abertura, o durante e a cerimonia de encerramento destes Jogos Olímpicos Londres 2012... sinceramente, acho que nunca vi nada igual na vida! Espectáculo épico! E por isso o meu obrigado Pierre de Coubertin, Grécia  Antiga e senhor organizador desta edição.

quinta-feira, agosto 9

Jogos Sem Fronteiras

Voltar a ouvir o Eládio Clímaco a relatar os Jogos Sem Fronteiras é algo ternurento.

Touradas e afins

Não é que ligue ao assunto (aliás, passa-me completamente ao lado) mas adoro quando um forcado se parte todo numa pega!

sexta-feira, julho 20

"Qualquer que seja o futuro continuará a haver as noites de luar, Serra de Sintra e o Tejo a correr para o mar." - José Hermano Saraiva

segunda-feira, julho 16

É mel

Ir à margem sul trabalhar, fazer o que tinha a fazer, mudar de roupa no carro, descobrir novos caminhos e dar um mergulho nas praias da costa até ao final do dia. Assim sim!

quarta-feira, junho 27

Pimbas!


sábado, junho 23

Bitaites

Não gosto do Balotelli. O verdade "maniento"! Se eu fosse treinador com poder total contratava-o só para acabar com a carreira dele.  Encostava-o e dava-lhe terapia de choque. Em todo o caso, este gajo hoje mandou um bitaite que me fez rir:

"... Sou mais homem que o Peter Pan..."

sexta-feira, junho 22

Acerca do Euro2012

Estes jornalistas da SIC devem fantasiar-se à noite com os jogadores da selecção. Pela maneira como falam deles durante as reportagens...

quarta-feira, maio 30

E se acrescentarmos Bob Dylan ao post anterior... Mel!

É delicioso

Viajar de carro sozinho, com janelas abertas, vento a bater forte, sol a queimar o braço e música ao meu gosto! E para ser perfeito só faltava ter gasóleo à borla... Aí atingia o climax!

terça-feira, maio 29

It sounds better

Há sempre qualquer coisinha que diferencia a personalidade de todos nós. Basta uma migalha, um apontamento, uma frase a mais ou a menos, um olhar e o que hoje é verdade amanhã é mentira. Os pormenores fazem a diferença. Fazem simplesmente divergir o que parece inseparável.
A verdade é que todos nós temos uma coisa em comum: música. Existem pessoas para todos os gostos e talvez possamos ser comparáveis na forma como ouvimos e reproduzimos a música. 
Ora vejamos, existem as pessoas que são como as antigas mas saudosas cassetes: repetem-se muitas vezes, o que dizem pode estar mal gravado, e mesmo o que dizem hoje pode ser facilmente apagado e amanhã ser gravado outra coisa por cima. Muita coisa fica por dizer quando a fita acaba. 
Existem as pessoas CD: límpidas, translucidas, difíceis de arranjar quando virgens, certinhas, fáceis de reproduzir quando as pomos a tocar, que podem passar por muitas mãos, e podem mesmo servir de enfeite ou simplesmente ajudar os agricultores a afugentar os animais ou insectos mais curiosos. São as mais comuns e talvez as mais bem aceites na sociedade. Dá para tudo. Multiusos. 
Por fim, temos o vinil. Feitas com carinho. Vale a pena a busca do vinil perfeito. Quentes, cuidadosas, som aconchegante, uma peça rara, que embora possa ser encontrada numa qualquer feira da ladra só os mais atentos têm o privilegio de adquirir. Passam de geração a geração e o sentimento permanece. São raras, únicas. Convém tratar com carinho. Não se repetem. Quando pedimos uma coisa, damos algo em troca. É regra. É intrínseco. Só porque sim. E vale tanto a pena. Em todo o caso, este tipo de pessoas podem ter passado por "cassete", "cd", o que for, mas no final sabem que o "vinil" tem a essência que buscam.

Eu prefiro o vinil. Simplesmente soam melhor! 

quinta-feira, maio 17

Saí disparado ao mundo de forma carinhosa e aconchegante. Chorei como qualquer outro mas depois sorri como ninguém. Fui crescendo. Problemas nos pés, quase para ser operado. Careca durante muito tempo. Parecia um pequeno Buda. Comecei por me chamar Cácá. Pelos vistos trocava as letras. Mas a verdade é que todas essas letras estão lá no nome. No primeiro nome. Cresci. Aprendi a andar, sem esquecer o gatinhar. Não fui à creche mas não perdi nada com isso. Cada coisa a seu tempo. Tive uma ama. Uma senhora ama. Aprendi o que tinha a aprender. A diferença é que não tinha grades nem paredes. Um género de creche a céu aberto. Bicicletas sem travões. Pares de solas dos ténis gastas à conta disso. Hambúrgueres caseiros e dos bons, puré de batata e sopa com nabo. Foram as primeiras refeições que categorizei como comidas preferidas. Fui para a primária saber o a, e, i, o, u, a fugir dos miúdos grandes e maus, a pensar quando é que devia fazer queixinhas, descobrir que havia miúdas e cantarolar coisas docemente parvas. Um género de Peter Pan sem ter noção que iria crescer mais. Ainda hoje! Uma altura que o MacDonald's era coisa de cidade grande. Aulas, natação, hóquei, catequese, dia preenchido. Primeira comunhão memorável, com calções de gala, e uma camisola branca que parecia saída de um naperon que reveste as televisões dos anos 70, sem esquecer o laço. E que belo laço. Balões de água no Carnaval (de Torres). Bombinhas de mau cheiro. Mítico! Explorar o desconhecido a pé. Joelhos arranhados e feridas. A primeira picada de abelha. Foi no cu! Era uma manhã de sol, a preparar-me para a escola, a vestir-me carregado de sono. Porém, a cabrona estava a relaxar numas cuecas minhas. Vesti-as e aprendi que não há melhor despertador! Doeu, doeu e doeu! O remédio pelos vistos foi vinagre na bochecha esquerda do rabo. Já deram bufas a cheirar a vinagrete? 

A ingenuidade é das coisas mais belas que existe. É sincera, transparente, despida de preconceitos, cheia de boa fé, lucidamente embreguiada. O problema é que esta merda não é um mundo cor-de-rosa, realizado pela Disney. A ingenuidade não é respeitada, só e apenas porque, de vez em quando, anda de mãos dadas com a burrice. Mas mesmo assim... continua a ser algo lindo, um pouco ao estilo hippie, salvo seja.

Tantas saudades de voltar a acreditar no Pai Natal!

terça-feira, maio 8

A precisar de um grande par de estalos. Mergulho de água gelada. Bubadeira das antigas sem queixume de ressaca no dia seguinte. Calar e andar. Carro em andamento com as janelas todas abertas. Dizer palavrões e fazer questão que a velha católica do lado oiça. Chamar nomes a quem merece. Não dar satisfações. Uma casa sem conforto. Não pensar que tenho que ir ali e depois acolá. Cagar em ir ali e depois acolá. Espatifar dinheiro. Pegar no carro e sair sem destino. Playlist ao meu gosto. Não olhar para o relógio. Cagar para a chuva ou sol, eles já cá estavam antes de mim. Armar-me em Braveheart e importar-me com o que simplesmente importa. Os muros e paredes apenas servem para cortar o vento: há vida para além disso. O colchão é bom mas nós já cá estávamos primeiro. Comer o que comem nos outros continentes. Não pagar por isto e por aquilo. Fazer um plano e cancelá-lo só porque sim. Guitarradas e baterias. Chegar à meta e deixar outro ganhar. Produzir, produzir, produzir. Progredir, avançar, dar passos. Só por mim. Que os tibetanos façam bom proveito na outra vida. Arrombar uma porta. Ir contra um carro mal estacionado. Rir-me na cara de um chico-esperto. Discutir com a pessoa ignorando-a com o meu silêncio. Sujar-me.  Life's a bitch and then you die: concordo com a ultima parte.